Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Diplomata

Opinião e Análise de Assuntos Políticos e Relações Internacionais

O Diplomata

Opinião e Análise de Assuntos Políticos e Relações Internacionais

Um ornitólogo com licença para espiar

Alexandre Guerra, 28.03.13

 

 

O MI5, agência britânica dos serviços secretos internos, tem um novo director-geral, Andrew Parker. Curioso, é o facto de o novo homem forte da contra-espionagem inglesa, há mais de 30 anos no MI5, ser ornitólogo de formação. Para quem gosta destas coisas, o Diplomata relembra que James Bond, o verdadeiro e aquele que inspirou Ian Fleming para o nome do seu agente 007, era um reputado ornitólogo americano, nascido em 1900 na cidade de Filadélfia. 

 

Fleming, um entusiasta da "bird watching" nas Caraíbas, viu pela primeira vez o livro de James Bond, "Birds of the West Indies", na Jamaica. Inspirou-se imediato naquele nome para baptizar o espião mais famoso do mundo, que se estrearia em Casino Royale, o primeiro livro de Fleming da saga 007.

    

James Bond (8)

Alexandre Guerra, 30.09.12

 

 

 

Uma estação espacial na órbita terrestre com condições para acolher humanos era o grande segredo do vilão Hugo Drax, que a partir dali pretendia iniciar uma nova (super) raça humana na Terra. O seu discurso na estação espacial é uma das cenas (acima) mais intensas da saga 007.

 

Perante o plano diabólico de Drax, James Bond vai a bordo da estação espacial, conseguindo, mais uma vez, salvar o mundo da destruição. 

 

Provavelmente, quando o filme foi lançado em 1979, em plena histeria com os temas espaciais por causa da saga Guerra das Estrelas, poucos teriam a noção que essa realidade estivesse tão perto. Sete anos depois, a União Soviética colocava em órbita a MIR, uma estação que iria durar até 2001 e acolher em permanência astronautas e cosmonautas.

 

James Bond (7)

 

James Bond (6) 

 

James Bond (5)

 

James Bond (4)

 

James Bond (3)

 

James Bond (2)

 

James Bond (1)

 

James Bond (7)

Alexandre Guerra, 23.09.12

 

 

O Sol enquanto fonte de energia inesgotável e poderosa poderá ser hoje uma ideia perfeitamente enraizada na sociedade, mas talvez não o fosse há sensivelmente 40 anos, quando Francisco Scaramanga, o homem do terceiro mamilo, tenta a todo o custo obter uma tecnologia que revolucione o paradigma energético mundial. Na altura em que o filme The Man With The Golden Gun foi feito sentiam-se os impactos do choque petrolífero de 1973 e, por isso, qualquer vilão que tentasse controlar o mercado mundial de energia solar contaria com a oposição de James Bond.

 

James Bond (6) 

 

James Bond (5)

 

James Bond (4)

 

James Bond (3)

 

James Bond (2)

 

James Bond (1)

 

James Bond (6)

Alexandre Guerra, 18.09.12

 

 

No filme Live and Let Die (1973), à semelhança do que viria acontecer anos mais tarde com Licence to Kill (1989), James Bond vê-se envolvido no mundo do tráfico de droga. Com a aventura passada sobretudo nas Caraíbas, no Louisiana e no Harlem, marcada por uma forte presença do vodu e dos costumes e tendências de uma determinada américa negra, 007 chega a destruir um campo de papoilas e também um laboratório de produção de heroína. Neste último caso depois de se ter livrado de um crocodilo, numa das cenas mais espectaculares da saga James Bond, recuperada no vídeo acima.

 

James Bond (5)

 

James Bond (4)

 

James Bond (3)

 

James Bond (2)

 

James Bond (1)

 

James Bond (5)

Alexandre Guerra, 09.09.12

 

 

On Her Majesty's Secret Service, um dos melhores filmes da saga James Bond, mas quase ostracizado pelo facto de ter sido interpretado por George Lazenby, é a primeira aventura de 007 onde se aborda a temática das guerras NBQ (nuclear, bacteriológica e química), neste caso concretamente, bacteriológicas. Na cena acima, Ernst Stravo Blofeld, líder da SPECTRE, uma espécie de organização internacional terrorista, explica a James Bond o seu plano diabólico para intertilizar toda as espécies de seres vivos à face da terra.

 

James Bond (4)

 

James Bond (3)

 

James Bond (2)

 

James Bond (1)

 

James Bond (4)

Alexandre Guerra, 30.08.12

 

 

Numa altura em que o valor do ouro atinge valores recorde no mercado internacional, o Diplomata relembra Goldfinger, um dos vilões de James Bond mais fascinantes, que se mostrava inebriado pela cor daquele metal precioso, e que elaborou um mortífero plano com vista à valorização exponencial das reservas de ouro que detinha, ambicionando, assim, ao domínio mundial. E quase conseguiu concretizar o seu plano, chegando mesmo a colocar 007 numa situação bastante desconfortável, naquela que se transformou numa das cenas mais conhecidas da saga James Bond. 

 

James Bond (3)

 

James Bond (2)

 

James Bond (1)