Ao contrário do tom pessimista e, por vezes, depressivo com que os analistas caracterizam a conjuntura económica da Europa, os Estados Unidos vão dando lições ao Velho Continente de que como se recupera de uma crise. Os dados mais recentes referentes à actividade económica americana de Fevereiro confirmam uma tendência crescente de criação de emprego nos últimos três meses.
No passado mês foram criados nos Estados Unidos 236 mil empregos, um valor muito acima daquilo que os analistas esperavam, colocando a taxa de desemprego nuns aceitáveis 7,7 por cento, o valor mais baixo desde Dezembro de 2008. Já em Janeiro a economia americana tinha criado 157 mil postos de trabalho e, também nessa altura, os analistas foram apanhados de surpresa.
Dos Estados Unidos chegam notícias interessantes. Soube-se esta Sexta-feira que em Novembro a economia americana criou 146 mil novos postos de trabalho, muito acima daquilo que os economistas (cada vez mais falíveis) tinham previsto. O desemprego está agora nos 7,7 por cento, o mais baixo valor em quatro anos.
Fonte: The Economist
Fonte: The Economist
A revista The Economist, na sua última edição, publicou um dossier especial sobre a problemática do (des)emprego no mundo. Entre os vários artigos publicados, não perder o editorial, este, este, mais este e já agora, este.
