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O Diplomata

Opinião e Análise de Assuntos Políticos e Relações Internacionais

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A virose socialista

Alexandre Guerra, 28.05.14

 

 

As eleições europeias, ou melhor dizendo, os resultados das eleições europeias provocaram um fenómeno curioso nas estruturas partidárias socialistas de Lisboa a Paris. Uma espécie de virose política infectou o PS, o PSOE e o PSF. Talvez por proximidade geográfica, os sintomas são bastante semelhantes entre os dois partidos ibéricos. Tanto o PS, de (ainda) António José Seguro, como o PSOE, do demissionário Alfredo Pérez Rubalcaba, iniciaram um processo de luta interna muito idêntico.

 

Veja-se, a questão central que assalta neste momento os socialistas portugueses prende-se em saber se Seguro vai, ou não, convocar um congresso extraordinário para a disputa da liderança. Também em Espanha, com vários nomes a perfilarem-se à liderança socialista, discute-se se o PSOE deverá realizar primárias ou ir directamente para congresso.

 

No entanto, em França, e apesar da virose ter atacado forte o PSF, enfraquecendo-o de uma forma que os franceses nunca tinham visto, o seu líder e chefe de Estado, François Hollande, parece estar a ser bem medicado. Porque, não só resistiu, como lendo os destaques das edições online dos principais jornais franceses de hoje, é caso para perguntar: crise no PSF? Mas qual crise? O que está a dar são os números do desemprego, o escândalo no UMP, a Frente Nacional e Roland Garros.

 

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