Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014

Mapas que ajudam a compreender o mundo (2)

 

Movimentos migratórios da Humanidade a partir da sua origem, em África

Legenda:"K"=1000 anos/Fonte: New Scientist/The Washington Post

 

tags: ,
Publicado por Alexandre Guerra às 17:49
link do post | comentar
partilhar

Mapas que ajudam a compreender o mundo (1)

 

Distribuição da população mundial segundo os rendimentos per capita

Fonte: Oak Ridge National Laboratory, World Bank. (David Whitmore, John Grimwade / National Geographic)/The Washington Post

 

tags: ,
Publicado por Alexandre Guerra às 17:30
link do post | comentar
partilhar
Sábado, 14 de Abril de 2012

Sobre a inspiração dos líderes...

 

Hoje, ao fazer umas pesquisas em textos antigos, o Diplomata reencontrou o post abaixo escrito há pouco mais de um ano sobre a "inspiração dos líderes". Continua, sem qualquer dúvida, actual.

 

"Dorothy Gale ansiava pela descoberta de novos mundos, em busca dos seus sonhos, acreditando que existia um sítio, algures, onde se concretizariam e tudo seria possível.

 

Na política, tal como na vida, é importante haver momentos inspiradores, para que os povos possam ter esperança no futuro, e lutar pela materialização dos seus projectos e sonhos.

 

Na história recente, homens como Winston Churchill, Nelson Mandela ou João Paulo II inspiraram milhões de pessoas, para ultrapassarem desafios e encararem o futuro com confiança e determinação, fosse durante a II GM na bombardeada Inglaterra, durante o regime de apartheid na África do Sul ou durante o comunismo na Polónia.

 

Portugal vive hoje um dos momentos mais complicados desde o 25 de Abril, mas, longe de ser uma barreira inultrapassável. Talvez a maior agonia para um português ou portuguesa, seja mesmo a falta de líderes inspiradores, que possam fazer perspectivar o arco-íris.  

 

Enquanto esses líderes não surgem, o Diplomata deixa aqui o magistral Over The Rainbow, interpretado por Judy Garland em O Feiticeiro de Oz (1939). Inspirador..."

 

Publicado por Alexandre Guerra às 20:00
link do post | comentar
partilhar
Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011

Vinte anos depois do Nevermind e a ruptura de um certo modelo de sociedade

 

 

Quando se parte para uma análise sistémica de uma qualquer comunidade, é importante nunca descurar o seu “ambiente”. Compreender a origem das tendências culturais, dos comportamentos sociais ou dos modelos ideológicos que orientam e ditam políticas de governança é essencial para se fazer uma leitura correcta das sociedades e das suas perturbações.

 

Na concretização desse exercício intelectual, complementado com uma forte componente empírica, parte-se, por vezes, daquilo que é geral e mais evidente até se chegar ao aspecto (aparentemente) mais mundano, mas que olhado em retrospectiva se percebe que funciona como catalisador ou dinamizar para mudanças importantes.

 

A verdade é que todos os aspectos da sociedade se relacionam com a governança dos povos. Não apenas a política e a economia, mas também a cultura, a religião, o desporto e por diante. É importante perceber o afecto e a ligação que as pessoas têm com estas áreas de interesse. Mas, é ainda mais profícuo para um governante compreender os interesses comuns que servem de elos de união entre determinados grupos inseridos numa sociedade.

 

A resposta não se encontra, certamente, nas grandes reflexões políticas e económicas que por aí se ouvem ou se lêem assinadas pelos “iluminados” do regime. E porquê? Por uma razão muito simples: não sabem. Porque essas mesmas mentes “esclarecidas” vêem a sociedade única e exclusivamente através do espectro da política e da economia. Para esta gente, não há mundo para além disto. É o desconhecimento e a ignorância de uma "rua" que dizem conhecer, mas na qual nunca caminham.

 

Que o leitor não tenha dúvidas, trata-se de “meia dúzia” de "ilustres" entre os 50 e os 70 anos, todos “amigos” neste pequeno burgo. Dotados de um saber enciclopédico (que é um bem valioso), reconhece-se, mas que de pouco serve em termos analíticos se não for complementado com o conhecimento das dinâmicas e das tendências quotidianas destes tempos contemporâneos.

 

Como é possível que estes mesmos “iluminados” falem com tanta propriedade sobre a sociedade, quando lhes escapa tanto?

 

A verdade é que diariamente nos jornais ou nas televisões, mas também nas universidades, nas empresas ou nas entidades públicas, essa classe instalada de comentadores, de gestores, de empresários ou de professores universitários vai falando do seu púlpito, quase sempre com um tom sobranceiro.

 

Tudo isto vem a propósito dos 20 anos volvidos sobre o lançamento do álbum Nevermind dos Nirvana e que se assinalam este Sábado (24), com iniciativas um pouco por todo o mundo.

 

Neste momento, poderá estar o leitor a perguntar o que tem uma coisa a ver com a outra.

 

Mas, olhando em retrospectiva, percebe-se hoje que o Nevermind não foi apenas um acontecimento musical e cultural oriundo de Seattle. Foi também uma nascente de tendências, de comportamentos e de novos paradigmas de pensamento para o mundo ocidental, veiculados por uma nova geração que, de forma mais ou menos directa, influenciou a sociedade e condicionou as políticas de governação.

 

Aliás, vendo bem as coisas à luz da teoria de Nassim Nicholas Taleb, o autor destas linhas ousaria dizer que o Nevermind tem as características de um “cisne negro” (acontecimentos de grande escala, que podem ser negativos ou positivos, e que fogem à normalidade estatística, sendo largamente imprevisíveis para o observador. Ver mais aqui e aqui.)

 

Como escrevia alguém, o Nevermind foi responsável pelo último grande movimento musical do século XX. Porém, foi mais do que isso. Foi um manual de se estar em sociedade para uma boa parte da juventude de então.

 

O Nevermind apelava a uma simplicidade até então desconhecida. A música Come As You Are é um exemplo fascinante dessa mesma simplicidade, com uma letra libertadora, que incentivava os jovens a assumirem o seu caminho numa sociedade cada vez mais competitiva e castradora. O Nevermind exortava ainda à criatividade sem limites, acompanhada de uma certa agressividade, por vezes, algo ingénua, mas suficiente para marcar uma posição. Espoletou uma dinâmica de ruptura com um modelo de sociedade instituído.

 

Relembre-se que após uma década de efervescência do movimento "grunge", para o qual contribuíram bandas como os Pearl Jam (que estão também a comemorar 20 anos, mas de carreira), os Alice in Chains, os Soundgarden, os Temple of The Dog (um álbum brilhante) ou os Mother Love Bone (a origem de todas as coisas), Seattle viria a ser em Novembro de 1999, por ocasião de uma cimeira da Organização Mundial de Comércio (OMC), palco daquela que ficaria para a História como a primeira grande manifestação anti-globalização.

 

Enfim, muito mais haveria a dizer, mas o que importa aqui é problematizar sobre a forma de como estes fenómenos (não) são percepcionados por essas tais "mentes" conhecedoras que por aqui andam nesta praça. A verdade é que sem a compreensão desses mesmos fenómenos, dificilmente se consegue perceber as sociedades e as dinâmicas dos seus cidadãos.

 

Já agora, e para terminar, o autor destas linhas confessa que tem alguma curiosidade para saber se Marcelo e “companhia” fazem alguma ideia do que seja o Nevermind.

 

Texto publicado originalmente no Forte Apache.

 

tags: , ,
Publicado por Alexandre Guerra às 10:17
link do post | comentar
partilhar
Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011

A problemática do (des)emprego no mundo analisada pela The Economist

 

 

Fonte: The Economist

 

Fonte: The Economist

 

A revista The Economist, na sua última edição, publicou um dossier especial sobre a problemática do (des)emprego no mundo. Entre os vários artigos publicados, não perder o editorial, este, este, mais este e já agora, este.

 

Publicado por Alexandre Guerra às 22:10
link do post | comentar
partilhar
Domingo, 24 de Maio de 2009

Mais um Domingo visto pelas câmaras de fotojornalistas em todo o mundo

 

London: A woman carries sunflowers at the Columbia Road flower market/Photograph: Leon Neal/AFP/Getty Images

 

Daytona Beach, US: Christine Banuelas and Chris Hicks use an air mattress to move a friend's belongings from her flooded apartment/Photograph: Joe Raedle/Getty Images

 

 

Rangoon, Burma: A Buddhist monk takes a photo of the Shwedagon pagoda/Photograph: Nyein Chan Naing/EPA

 

Peshawar, Pakistan: Displaced men wait in a queue for the distribution of rugs and buckets at the Jalozai refugee camp/Photograph: Emilio Morenatti/AP

 

Port-au-Prince, Haiti: A riot police officer gestures during a protest over curriculum changes at a Haitian medical school/Photograph: Ramon Espinosa/AP

 

Manila, Philippines: A boy blows flour from a plastic cup as he competes for prizes during the feast of Saint Rita of Cascia/Photograph: John Javellana/Reuters

 

Gaza City, West Bank: A Palestinian worker walks on top of a building hit by an Israeli strike/Photograph: Mohammed Saber/EPA

 

Pula, Croatia: Members of the Hungarian Collegium Gladiatorium fighting club perform in a Roman amphitheatre during the traditional Antiquity festival/Photograph: Nikola Solic/Reuters

 

Charlotte, US: A hawk crashes into the Duke Energy Centre tower after swooping in towards its own reflection. Despite the impact, the hawk regained composure and flew away/Photograph: Todd Sumlin/AP

 

Emmenbrucke, Switzerland: A swimmer jumps into a pool at the Mooshuesli public lido/Photograph: Michael Buholzer/Reuters

 

Istanbul, Turkey: A Kurdish woman chants at a Democratic Society party political meeting/Photograph: Mustafa Ozer/AFP/Getty Images

 

(Fotos retiradas do The Guardian)

 

tags:
Publicado por Alexandre Guerra às 21:28
link do post | comentar
partilhar

About

Da autoria de Alexandre Guerra, o blogue O Diplomata foi criado em Fevereiro de 2007, mantendo, desde então, uma actividade regular na blogosfera.

Facebook

O Diplomata

Promote Your Page Too

subscrever feeds

Contacto

maladiplomatica@hotmail.com

tags

todas as tags

pesquisa

arquivos