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O Diplomata

Opinião e Análise de Assuntos Políticos e Relações Internacionais

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Na linha de fronteira das coreias responde-se com tiros às "provocações" do inimigo

Alexandre Guerra, 10.02.13

 

Soldados sul-coreanos ao longo da Zona Desmilitarizada em Yeoncheon/Foto:Reuters/Kim Hong-Ji 

 

Por mais paradoxal que parece, a área em redor da Zona Desmilitarizada (DMZ) que acompanha o paralelo 38 que separa as duas coreias, é a região mais militarizada do mundo. Em ambos os lados da fronteira, ao longo dos 250 quilómetros daquela "zona tampão" com quatro quilómetros de largura, tanto Pyongyang como Seul têm mobilizado um forte contingente militar permanente, reforçado com torres de vigia e outros meios. Seul conta ainda com o apoio de soldados americanos. 

 

Por aqueles lados o clima de tensão está sempre presente, com os soldados a vigiarem-se constantemente e preparados para reagir a qualquer provocação do inimigo: "Nós responderemos imediatamente a qualquer provocação do inimigo", informou há uns dias à Reuters, o capitão Kim Sang-min, o comandante da unidade sul-coreana "Invincible Typhoon", estacionada apenas a 800 metros da linha divisória. 

 

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