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O Diplomata

Opinião e Análise de Assuntos Políticos e Relações Internacionais

O Diplomata

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E assim é Paris em 48 horas...

Alexandre Guerra, 01.06.08

Há uns tempos, o Diplomata abordou neste espaço a problemática da dinâmica (social, económica ou cultural) das cidades, enquanto factor de afirmação no mundo globalizado.


Uma das coisas que este autor tenta perceber é o que se pode “tirar” de uma cidade em curtos períodos de tempo. E porquê? Porque, quase sempre, as pessoas quando se deslocam a várias cidades por razões profissionais fazem-no durante dois ou três dias. Longe de ser um exercício científico, não deixa de ser uma reflexão interessante, para se perceber o modo de como uma cidade funciona durante todo o ano.


O que está aqui em causa não é uma viagem de férias ou de lazer, devidamente planeada para coincidir com um específico acontecimento ou evento. O que se pretende antes é compreender a sua dinâmica quotidiana ao longo do ano, e aquilo que uma cidade pode dar a quem tenha que se deslocar até lá sem qualquer planeamento social ou cultural.


Assim, entre deveres profissionais, o que Paris proporcionou em 48 horas ao autor destas linhas: uma estada no Hôtel Costes, que o guia Michellin 2007 considerou como "um extravagante hotel de luxo, muito popular entre o jet-set", um jantar no "concorrido" Bound e um almoço no restaurante do Palais de Chaillot no Trocadero, com uma das melhores vistas sobre a Torre Eiffel.



Mas, houve ainda tempo para uma visita à Suite Elle Décoration, na "Cite de l'Architecture et du Patrimoineum", também no Palais de Chaillot. Trata-se do andar onde viveu o famoso arquitecto Jacques Carlu e que agora está aberto ao público com uma decoração de Christian Lacroix, numa iniciativa daquela revista para celebrar os seus vinte anos de existência.


Horas depois, e quando as luzes da Torre Eiffel já se viam por toda a cidade, assiste-se a um concerto dirigido pelo prestigiado maestro Ricardo Muti na Basilique Saint-Denis. Mais tarde, um “copo” no muito badalado Buddha Bar. Por fim, uma ida ao Roland Garros para ver um jogo disputado a cinco Sets entre Lleyton Hewitt e David Ferrer. E assim é Paris em 48 horas… Alexandre Guerra