Quinta-feira, 30 de Agosto de 2012

James Bond (4)

 

 

Numa altura em que o valor do ouro atinge valores recorde no mercado internacional, o Diplomata relembra Goldfinger, um dos vilões de James Bond mais fascinantes, que se mostrava inebriado pela cor daquele metal precioso, e que elaborou um mortífero plano com vista à valorização exponencial das reservas de ouro que detinha, ambicionando, assim, ao domínio mundial. E quase conseguiu concretizar o seu plano, chegando mesmo a colocar 007 numa situação bastante desconfortável, naquela que se transformou numa das cenas mais conhecidas da saga James Bond. 

 

James Bond (3)

 

James Bond (2)

 

James Bond (1)

 

Publicado por Alexandre Guerra às 22:11
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Segunda-feira, 20 de Agosto de 2012

James Bond (3)

 

 

Se houve filme do James Bond que antecipou o papel das organizações criminosas internacionais contra a segurança dos Estados foi o "From Russia With Love", rodado em parte na bela cidade de Istambul. O segundo filme da saga colocou pela primeira vez 007 frente à perversa SPECTRE.   

 

James Bond (2)

 

James Bond (1)

 

Publicado por Alexandre Guerra às 00:16
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Quinta-feira, 2 de Agosto de 2012

James Bond (2)

 

A primeira vez é sempre especial. Nesta célebre cena do Dr. No (1962), o primeiro filme da saga James Bond,  o agente 007 faz a sua estreia em grande estilo e num ambiente que lhe iria ser habitual. O mundo da espionagem nunca mais viria ser o mesmo.

Publicado por Alexandre Guerra às 22:33
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Quinta-feira, 12 de Julho de 2012

James Bond (1)

 

Skyfall, um momento que o Diplomata aguarda com bastante expectativa e entusiasmo. É em Novembro. Até lá, o autor destas linhas vai relembrar alguns dos momentos mais marcantes e interessantes de James Bond na construção de uma certa ideia de espionagem e da relação entre os Estados nos bastidores secretos da política internacional.
Publicado por Alexandre Guerra às 20:38
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Quarta-feira, 20 de Junho de 2012

Washington Post confirma que EUA e Israel criaram conjuntamente o vírus Flame

 

Há uns dias, era escrito neste espaço que "uma das características do Flame é o seu grau de sofisticação, o que não faz dele um mero acto criminoso, mas sim uma acção deliberada de espionagem só ao alcance de entidades estatais". Apesar de se desconhecer a sua origem "todos os caminhos apontam para Washington ou não fossem os Estados mais afectados pelo Flame fontes de preocupação para a administração americana. Mas para já, está-se apenas no campo da especulação, sem confirmação oficial de qualquer parte". 

 

Hoje, o Washington Post confirma que o Flame (e também o Stuxnet) foi desenvolvido conjuntamente pelos Estados Unidos e por Israel, citando anonimanente fontes oficiais próximas do projecto.

 

Publicado por Alexandre Guerra às 16:11
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Sábado, 9 de Junho de 2012

Stuxnet e Flame, as mais recentes armas de uma guerra silenciosa

 

 

A descoberta dos vírus informáticos Stuxnet e Flame, as duas armas "sensação" mais recentes no palco da ciberguerra, parece ter accionado os alarmes nas principais chancelarias internacionais.

 

Não tanto pela sua existência, já que esta é uma realidade há muito conhecida dos Estados (ver texto em O Diplomata), mas sobretudo pelo grau de sofisticação que aqueles vírus vão apresentando.

 

O Stuxnet, a julgar pelo novo livro de David Sanger, jornalista do New York Times, terá sido um vírus criado com o patrocínio da administração americana e do Governo israelita, com um objectivo bem circunscrito: o programa nuclear iraniano.

 

Conta Sanger que o Stuxnet terá sido responsável pela destruição de 1000 das 5000 centrifugadoras de urânio a operar nas instalações de Natanz.

 

Na altura em que o vírus foi descoberto, em Junho de 2010, empresas como a Kaspersky ou a Symantec constararam que 60 por cento dos 100

mil computadores infectados estariam no Irão e que o Stuxnet “procurava” exclusivamente um determinado tipo de hardware e de software da Siemens que estava a ser utilizado pelos iranianos no processo de centrifugação do urânio. Tratava-se de material embargado ao Irão, mas ao qual o regime de Teerão terá tido acesso para gerir as centrifugadoras em cascata no complexo de Natanz.  

 

Embora não existam certezas sobre quem esteve por detrás do Stuxnet, uma coisa para ser certa: é muito provável que aquele vírus tenha sido desenvolvido por entidades estatais. Uma conclusão que se retira não tanto pelas capacidades e potencialidades do Stuxnet (que são muitas), mas pelos seus objectivos específicos, neste caso, o projecto nuclear iraniano.

 

Sob este ponto de vista, o Stuxnet pode ser considerado a primeira arma de sucesso da ciberguerra, já que, aparentemente, demonstrou ser eficaz nos propósitos para que terá sido criado.

 

 

Ainda mais eficaz e perigoso parece ser o mais recente Flame, um vírus totalmente direcionado e com características de espionagem e de “intelligence”. O vírus foi descoberto há semanas e, curiosamente, foram as próprias autoridades iranianas, através do Iranian Computer Emergency Team, a soarem o alerta. O que não é de estranhar, uma vez que o Flame infectou sobretudo aquele país e outros Estados politicamente instáveis e que de certa forma ameaçam a estabilidade do sistema internacional, tais como a Síria ou o Sudão.

 

Uma das características do Flame é o seu grau de sofisticação, o que não faz dele um mero acto criminoso, mas sim uma acção deliberada de espionagem só ao alcance de entidades estatais.    

 

E todos os caminhos apontam para Washington ou não fossem os Estados mais afectados pelo Flame fontes de preocupação para a administração americana. Mas para já, está-se apenas no campo da especulação, sem confirmação oficial de qualquer parte.

 

Seja como for, e como escrevia há dias Tom Chatfield na BBC World News, “é cada vez mais claro que um tipo de guerra silenciosa está a começar no online: uma [guerra] em que até os especialistas só reconhecem as batalhas depois destas terem acontecido”.

 

E, efectivamente, tanto o Stuxnet como o Flame só foram descobertos muito tempo depois de andarem a circular nas redes cibernéticas internacionais. Mikko Hypponen, investigador chefe da empresa F-Secure e um dos grandes especialistas mundiais nesta área, admitia num artigo para a Wired essa realidade. “É um espectacular falhanço para a nossa companhia, e para toda a indústria de antivírus no geral.”

 

Texto publicado originalmente no Forte Apache.


Publicado por Alexandre Guerra às 22:04
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Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012

The First Minute of All 22 James Bond Films

 

Um projecto conhecido aqui
Publicado por Alexandre Guerra às 01:01
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Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2012

Espiões com licença para matar no Irão com banda sonora a condizer

 

 

Uma análise tão acutilante da Reuters sobre as movimentações secretas e acções furtivas dos espiões com licença para matar no Irão só podia ser acompanhada por uma banda sonora a condizer.

 

Publicado por Alexandre Guerra às 22:55
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Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011

Uma das notícias mais aguardadas da espionagem internacional

 

 

Bérénice Marlohe já foi confirmada como a próxima "bond girl", que irá aparecer ao lado do agente 007 no 23º filme da série, que sairá no próximo ano. Praticamente uma desconhecida fora de França, Marlohe é modelo e actriz, desempenhando, sobretudo, papéis em filmes para a televisão francesa.

 

Atendendo à experiência de campo na diplomacia internacional, o autor destas linhas deixa um conselho ao agente do MI6, para que tenha cuidado, já que uma mulher com um olhar tão sedutor e uma arma na mão é certamente uma ameaça à "segurança nacional" e aos "interesses" de Sua Majestade. 

 

Publicado por Alexandre Guerra às 19:32
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Quarta-feira, 27 de Julho de 2011

Jogo de espiões no Paquistão

 

 

Um suposto militar das forças de operações especiais americanas no Paquistão/Getty Images

 

Corre na imprensa internacional que existe um autêntico jogo de espiões no Paquistão, opondo a CIA (e forças de operações especiais americanas) e os serviços secretos paquistaneses, a ISI.

 

Já há bastante tempo que as relações políticas e diplomáticas entre Washington e Islamabad têm vindo a degradar-se, atingindo níveis de desconfiança e de crispação inéditos depois da operação militar norte-americana que levou à morte do líder da al Qaeda, Osama Bin Laden, em Abbottabad, no passado dia 2 de Maio.

 

Desde então que a situação tem piorado, ao ponto da Casa Branca ter anunciado no início deste mês que iria suspender a ajuda militar de 800 milhões de dólares ao Paquistão.

 

Mas, por detrás deste conflito mais visível, parece estar a decorrer uma autêntica guerra de espiões no terreno, sobretudo depois de terem surgido notícias de que agentes da CIA teriam forjado um programa de vacinação em Abbottabad para controlar e identificar os ocupantes da casa onde se suspeitava estar Osama Bin Laden.

 

Citada pelo Guardian, a organização Médicins Sans Frontières considera que a operação da CIA foi “um abuso perigoso” que poderá comprometer o

trabalho humanitário no Paquistão.

 

Também àquele jornal, um responsável da ONU disse que este tipo de situação só vem alimentar ainda mais a desconfiança dos serviços secretos paquistaneses em relação às várias ONG’s ocidentais que estão a operar no território, acusadas por Islamabad de fazerem trabalho de espionagem.

 

Como tal, as autoridades paquistanesas têm restringido, cada vez mais, os movimentos dos vários trabalhadores humanitários no país, muitos deles a tentar dar auxílio às milhares de pessoas que ainda sofrem com as consequências devastadoras das cheias do ano passado.

 

De forma propositada, as forças de seguranças paquistanesas, sob a égide da ISI, estão a colocar inúmeras dificuldades burocráticas às ONG’s no terreno, que se reflectem no atraso de atribuição de vistos, na restrição de movimentos ou, até mesmo, na detenção e repatriamento de trabalhadores humanitários.

 

Por exemplo, nesta lógica de “guerra” silenciosa entre a ISI e Washington, ainda na semana passada um comboio humanitário americano que estava a entrar em Peshawar foi obrigado a regressar a Islamabad porque não tinha os documentos necessários.

 

É importante relembrar que já em Abril, Islamabad tinha exigido a Washington que reduzisse o número de agentes da CIA e de homens das forças de operações especiais a actuar no Paquistão, o que deveria perfazer cerca de 330 pessoas, segundo fontes próximas do processo. Embora estes números não tivessem sido confirmados por ninguém, talvez representassem entre 25 a 40 por cento do total dos homens americanos da CIA e das forças de operações especiais estacionados no Paquistão.

 

Respostas da ISI àquilo que considera ser uma ofensiva de espiões da CIA, como aconteceu em Janeiro último, quando o agente secreto americano, Raymond Davis, matou dois paquistaneses em Lahore. Já mais recentemente, em Washington, o FBI deteve o director de um grupo de lobby dedicado à causa de Caxemira que, supostamente, seria uma fachada para a ISI.

 

Publicado por Alexandre Guerra às 22:18
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